A T-Mobile já tinha realizado na estação de Liverpool uma puta ação de flashmob, mas essa última foi melhor ainda.
Na zona de desembarque do aeroporto de Londres, sem nenhum instrumento musical. Os caras são muito foda.
Lindo, lindo lindo!
A T-Mobile já tinha realizado na estação de Liverpool uma puta ação de flashmob, mas essa última foi melhor ainda.
Na zona de desembarque do aeroporto de Londres, sem nenhum instrumento musical. Os caras são muito foda.
Lindo, lindo lindo!

Desde 2005 (quando eu entrei na faculdade) os professores estavam obcecados em dizer que precisávamos personalizar, personalizar, personalizar... enfim, acredito que nem eles entendiam ao certo o que isso realmente significava naquele momento. A internet já estava ganhando espaço no meio empresarial, vendas online começando no Brasil, marcas investindo milhões para estar presentes na web e poucos profissionais conseguiram ter a visão de que a internet seria parte de tudo, que se tornaria mais uma ferramenta de comunicação e obviamente, causaria grandes mudanças nos métodos convencionais.
Discutia-se muito a questão sem saber exatamente que tipo de personalização se estava falando: de produto? de comunicação?
Naquele tempo, a Levi´s deu o melhor exemplo do que deveria ser feito: disponibilizou um site em que o usuário podia personalizar sua calça. A estratégia continua até hoje com o Levi´s Curve ID. Voltamos ao ponto, o que gerou o envolvimento do target não foi somente o fator da personalização, e sim a possibilidade de participação.
O que eu quero dizer é que a personalização é apenas um dos passos de um movimento maior que vem acontecendo nos últimos cinco anos. E que fazer com que o usuário participe do processo é a chave do envolvimento: o usuário quer estar presente no processo, não só no fim dele para receber o produto/serviço.
Ele quer ter influencia, quer que a marca com a qual ele se relaciona escute os anseios e desejos, e que assim possa proporcionar um produto/serviço personalizado.
Quer interagir com a marca.
Interação? Não lembro de ninguém em 2005 que falasse português e tenha destacado essa palavra no seu Power Point.

A Nokia em parceria com o instituto TNS, realizou uma pesquisa sobre o comportamento do usuário brasileiro de internet. Aproveitando os dados obtidos pela pesquisa, a marca está promovendo debates relacionados a diversas áreas como esporte, música e entretenimento,e como as mesmas se relacionam com a tecnologia.
Assiste aí o vídeo-relatório:
Esse é um dos vídeos com profissionais da área do futebol. Simon dá sua opinião sobre futebol +tecnologia.
Pra acabar com os equívocos da torcida!
Bola com chip, signal bip… e você tem alguma outra sugestão de como a tecnologia poderia ser útil no futebol?
Este post tem o oferecimento de Nina Riffel. ;)

Estratégia é um plano para se chegar a um determinado objetivo. A Estratégia de Conteúdo serve para que todos os elementos de um projeto tenham suas funções no decorrer de um projeto/campanha, mas que se encontrem numa solução final não precisa ser unicamente digital.
Então, como pensar estratégia de conteúdo relacionada ao Marketing em geral e não somente ao digital?
Li um post muito bom sobre essa questão. Nesse post, Jeremy Baldwin comenta que o impacto do conteúdo e da experiência do usuário deve ser o centro de qualquer prática de marketing, e que a estratégia de conteúdo deve sair do domínio do especialista em web e vir para o centro das atividades diárias do marketing contemporâneo.
A parte mais interessante é que Baldwin sugere um novo gênero de estrategista, que integre a visão de comportamento do consumidor trazida pelo planejamento tradicional, a valorização de modelos mentais e as demandas dos consumidores através de pesquisa aliadas as sutilezas do especialista social para construir uma quadro de interação. Esse profissional deve buscar um modelo de estratégia de conteúdo que nos mostre em que tipo de diálogo investir.
Os três níveis relacionados a conteúdo e suas diferenças:
Estratégia de conteúdo está preocupada com os sistemas e processos para a estruturação, organização, gestão e criação de conteúdo. É o mais próximo ao tradicional profissional que trabalha com experiência do usuário.
Estratégia Editorial está preocupada com o que dizer e para quem. Abrange mensagens, temas, tópicos, pontos de vista e como eles são expressados. É o mais próximo com os escritores e especialistas em pesquisa.
Marketing de conteúdo abrange a forma de conduzir conversas em torno do conteúdo. Como usá-lo para atrair a atenção engajamento e participação. É mais próximo ao tradicional profissional de comunicação e marketing.
Concordo que as marcas e suas agências devem deixar de encarar a estratégia de conteúdo como algo que os caras da web fazem. A estratégia tem que englobar todos os pontos de contato de uma campanha com o público, seja um anúncio, um site, um vídeo no Youtube ou um comercial de TV, todos devem ter um objetivo comum. Essa visão ainda é nova e as empresas podem estar perdendo oportunidades enquanto não tomarem consciência dessa necessidade.
E você o que acha dessa visão? Let me know.
Acho que esse é um assunto legal a ser abordado no meu primeiro post porque algumas pessoas me perguntam sobre como fazer algumas coisas no Twitter ( não sou uma expert no assunto, mas). Como uso a mais ou menos 2 anos já aprendi algumas coisas que gostaria de colocar aqui pra você. Lá vai.
A idéia inicial do microblog nasceu durante um brainstorm entre um grupo de funcionários da empresa Odeon, em São Francisco, Califórnia. Jack Dorsey e Biz Stones perceberam a necessidade de uma ferramenta de internet que fosse uma disseminadora de notícias rápida e mensagens curtas, o que resultou numa “sms de 140 caracteres”.
O nome inicial “twttr” foi inspirado pelo nome do site Flickr, uma rede de compartilhamento de imagens. Sabe porque o símbolo do Twitter é um passarinho? Porque a palavra Twitter se refere ao som que os passarinhos fazem, algo como “pio”. No sentido figurado, quer dizer “jogar conversa fora”.
Dicionário básico de expressões twitianas para facilitar:
Twitteiro: usuário do twitter.
Tweet ou twittada: É o nome da mensagem de 140 caracteres.
Followers: Quem está seguindo você.
Following: Quem você está seguindo.
Unfollow: Deixar de seguir um usuário.
Timeline: É a linha do tempo aonde vão sendo atualizados os tweets.
Retweet (RT): Você recebe um tweet legal/interessante de alguém que você segue, e quer passar adiante para os seus seguidores.
Twoosh: É um post com exatamente 140 caracteres.
# ou hashtag: usado para identificar assuntos.
Trending Topics: os famosos TT. São os assuntos mais discutidos no momento, que estão listados na barra a direita.
Baleiar: Quando o twitter sai do ar, aparece a imagem de uma baleia. (Fail Whale)
Twerd: Um twitteiro nerd.
Twewbie: um novato no twitter.
Tweeple: É a pessoa no twitter.
Mais expressões você encontra aqui.
Quando você quer realizar uma ação específica, pode fazer isso diretamente na parte onde você digita o texto usando os seguintes atalhos:
@ usuário+mensagem: Envia uma mensagem a um usuário que em seguida aparecerá na timeline.
D usuário+mensagem: Envia uma mensagem privada a um usuário.
WHOIS usuário: permite que você leia o perfil do usuário para saber quem ele é.
GET usuário: recupera o último tweet do usuário.
NUDGE usuário: solicitação de uma atualização ao usuário.
FAV usuário: inclui o usuário nos favoritos.
STATS: use para saber quantas pessoas você está seguindo e quantas estão lhe seguindo.
INVITE número do celular: envia um convite via sms para o telefone informado.
Redutor de URL - Quando você quer colocar um link, e este link é muito extenso e não cabe nos 140 caracteres, você pode reduzir o tamanho dele nesse site.
Postar uma foto – Primeiro você precisa fazer o upload da imagem em um site específico e depois copiar o link que esse site gera e colar no seu post. Eu costumo usar o Twitpic.
O Twitter vêm sendo cada vez mais usado pelas marcas pra divulgar produtos e serviços e o potencial como ferramenta de comunicação. Se você tem interesse em saber mais sobre esse assunto, acesse aqui.